terça-feira, 13 de março de 2012

Marie Antoniette!


Oi Gente,
Este filme mostra uma versão muito criticada de Maria Antonieta, é um filme muito controverso, principalemnte para os franceses.
Ele foi inspirado na biografia de Maria Antonieta da historiadora Antonia Fraser, historiadora "popular da realeza européia". A trilha sonora é excelente!!



"Maria Antonieta" pode não ser um filme único, mas certamente é uma visão pessoal e generosa sobre a rainha que os franceses odiaram a ponto de decapitar em sua revolução.
A reabilitação desse personagem por Sofia foi o que incomodou os franceses. Nem todos. Jean-Michel Frodon, crítico da "Cahiers du Cinéma", a bíblia francesa do cinema, escreveu: "Continuo não gostando da Maria Antonieta que teve sua cabeça cortada fora, mas eu gosto da Maria Antonieta de Sofia Coppola".

Rainha adolescente           

De origem austríaca, Maria Antonieta chegou à corte de Versalhes quando tinha 14 anos, para se casar com o herdeiro do trono francês, Luís 16.
Sofia filma a rainha como uma adolescente vivaz, porém despreparada para um casamento marcado pela falta de apetite sexual do marido e uma entourage xenófoba.
A opinião de Sofia sobre a Revolução Francesa foi a primeira coisa que os jornalistas quiseram saber, pela manhã. "Não vou fazer comentários sobre política", afirmou.
O argumento da diretora é que ela "não estava fazendo um filme político, mas sim um retrato de um personagem". Mais tarde, à Folha, Sofia explicou sua decisão: "Minhas opiniões políticas estão expressas no meu filme. Não me cabe fazer declarações políticas. Sou uma cineasta".
De perto e submetida a menos pressão, a Folha encontrou uma diretora segura e firme. Ela comentou o desapontamento da manhã, quando soube das vaias ao filme.
"Realmente fiquei surpresa e desapontada. Claro que, quando você faz alguma coisa, não espera ter uma reação ruim, mas isso não indica que essa será a reação de todo mundo."
A diretora disse saber que, ao mostrar o filme em Cannes, caminha num "terreno pantanoso", porque a França "é muito apegada à sua história".
 Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u60779.shtml
             http://veja.abril.com.br/271206/p_104.html

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