sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Após 16 edições de namoro, Mônica e Cebolinha se casam!!

"Gente, eu estou comovida com o evento. Vamos??"



Quase três mil pessoas confirmaram presença na união dos personagens Mônica e Cebolinha no Facebook, onde a editora Panini criou um evento para divulgar O Casamento do Século (132 páginas, 7,50 reais), a nova edição da Turma da Mônica Jovem, que chega às bancas na próxima quinta-feira, dia 27. Este é o gibi de número 50 da versão teen dos personagens de Mauricio de Sousa, que ganharam releitura em mangá com frequência mensal.
Mônica e Cebolinha, agora chamado de Cebola, namoraram 16 edições -- ou 16 meses -- até chegar ao altar. O primeiro beijo foi trocado em maio de 2011, no gibi Quer Namorar Comigo?, o número 34 da Turma da Mônica Jovem. De lá para cá, os dois vinham vivendo entre idas e vindas, mantendo aquecido um relacionamento que nunca foi frio. Nem mesmo morno.
Como vai se dar o pedido de casamento, já que os dois personagens são ainda adolescentes, e se a relação vai durar, no entanto, a editora não divulga. A ideia é aumentar o suspense para vender gibi, é claro.
No Facebook, confirmação de presença: https://www.facebook.com/events/352434601517059/
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/apos-16-edicoes-de-namoro-monica-e-cebolinha-se-casam

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Retalhos...


Canal 25 anos

Para a sua primavera/verão 2013 a CANAL, preparou para suas clientes uma coleção bem democrática e a cara da estação: a cartela de cores vai dos tons pastel aos cítricos, com peças que exploram do romantismo da renda ao brilho dos paetês passando pela sensualidade das transparências – buscando inspiração no sportswear mas sem abrir mão de peças clássicas de alfaiataria. O mix se estende às padronagens, que vão dos motivos geométricos e estampas animais até o tribal, que se faz presente também nas peças de tricôs, crochê e macramês com tempero artesanal, misturando texturas com acabamento franjado. As peças assimétricas, de um ombro só com calças e tops cropped, também têm seu espaço, mas a grande proposta da marca é a de misturar tudo mesmo, usando as tendências a seu favor e deixando tudo bem a sua cara. Já pensou em experimentar peças de alfaiataria com sportswear, combinando maxi regatas ou jaquetas esportivas com calças de alfaiataria ou pantalonas?
E falando em novidades da CANAL, a marca, que celebra 25 anos em 2012, criou chaveiros comemorativos especialmente para a data (veja na galeria), à venda em todas as suas lojas.

Abaixo, você confere um petisquinho dessa primavera/verão 2013 da CANAL no making of da campanha da marca, exclusivo e em primeira mão para o Petiscos:
Verão de todas as cores.

Bolsa moderna

A Prada resolveu “recompensar” os fashionistas sobreviventes às últimas semanas de moda com um produtinho especial, disponível apenas nas lojas da marca nas cidades que abrigaram esses eventos: Nova York, Paris, Milão e Londres. Trata-se de uma bolsa com a estampa gráfica tão desfilada por aí nessa temporada, e que chega às lojas no final do mês por modestos US$ 1995!
Foto: Reprodução
Recompensa cara... mas linda!

Teste da vez

AVISO: Meninas e meninos, o manual da Julia desta semana será publicado amanhã. 

Se tem um produto de beleza que eu testo incansavelmente é a base. Depois de uma ronda pelas novidades em 2010 e o desempenho de duas no calor do Rio de Janeiro, senti que chegou a hora de escrever sobre minha nova pesquisa, impulsionada especialmente pela série de bases que a nossa ruiva anda testando em seus manuais. As escolhidas para meu novo post foram a Parure Extreme, da Guerlain, e a novíssima Le teint touche éclat, versão base para a famosa canetinha iluminadora da Yves Saint Laurent. Antes de mais nada, muito importante: as duas têm propostas diferentes. E eu tenho pele oleosa.
Começo com a da Guerlain, que descobri quando fui experimentar a Lingerie de Peau, que a Julia elogiou bastante aqui no site. A textura da Lingerie de Peau é uma delícia e a base é leve e dá um efeito muito bonito, mas infelizmente em mim sua cobertura é zero. Como já falei antes, tenho manchas na pele, cicatrizes de acne, olheiras, ou seja: preciso de cobertura caprichada. Por isso segui testando a Parure Extreme, que parece ser uma versão da Guerlain para a Diorskin Forever, da Dior, porém menos opaca. Sim, ela dá um efeito mate na pele, porém mais luminoso, natural, e no meu rosto, no verão europeu, teve uma boa durabilidade. Muito leve e de textura incrível como a Lingerie de Peau, sua cobertura é excelente mas sem dar um aspecto pesado à pele. Nem senti que estava de base ao longo do dia. Nota dez pra ela, que logo vem morar na minha penteadeira como alternativa para a Diorskin Forever, que gosto bastante. Um adendo: usei a base sem pó por cima (aprendi essa com a ruiva!).
Agora é a vez da Le teint touche éclat, da YSL, nova vedete dos balcões da Sephora: todo mundo quer experimentar. Ela promete dar mais dimensão aos contornos do rosto e uma luminosidade imbatível. E aí chega minha hora de assumir que fui mordida pelo bichinho da Julia de tanto que ela fala que adora uma pele radiante. Perdi totalmente o preconceito por uma pele com brilho, me joguei da Le touche teint eclat e fui muito feliz. Sua cobertura pode ir do leve ao médio bem surpreendente – basta passar com os dedos mais de uma vez em áreas mais “necessitadas” e pronto! – e seu brilho é de cinema mesmo: a Le teint touche éclat deixa a pele super iluminada como promete. E sua textura é super levinha e gostosa. Já notaram que textura é algo que conta muito pra mim na hora de escolher uma base? Meu medo, por ter pele oleosa, era a base derreter no meu rosto, mas ela ficou firme o dia inteiro, e seu efeito radiante também. Vale citar que eu só passei pó na zona T e deixei o resto do rosto só na base mesmo, para explorar seu efeito.

O resultado final do meu teste? Mesmo sendo duas propostas diferentes, a YSL Le teint touche éclat leva essa aqui em casa. Por ter uma seleção de cores enorme (22 tonalidades!), pelo seu efeito radiante que deixa a pele com ar de pele de modelo e por ter cobertura maleável e duração surpreendente. Se você gosta é de brilho, essa é sua base. Mas se você não abre mão de uma pele mais opaca, a Parure Extreme pode ser sua próxima melhor amiga!
Fotos: Reprodução
Testadas e aprovadas.

Vetado

Alguns roqueiros andam reagindo de forma bem negativa a essa onda de bandas antigas que saem em turnê após anos de aposentadoria. Depois de Jack White dizer que esse nunca vai ser o caso do White Stripes, Noel Gallagher disse à NME que a gente pode contar com o Oasis fora dessa também: “Mas nem que todas as crianças famintas do mundo dependessem disso”, vetou Noel, que já está muito bem firmado em carreira solo. “Eu sei que algumas bandas voltam e ficam mais famosas do que nunca, mas o Oasis já foi uma das maiores bandas do mundo. Nós fomos a maior coisa a sair da Inglaterra em 35 anos”, seguiu Noel Gallagher, completando: “Por que faríamos isso? Pelos fãs? Ninguém nunca deu a menor bola pros fãs naquela banda… Acabou mesmo.”
Foto: Reprodução
Vocês estão sentindo falta do Oasis?

Cabaret em Londres

O lendário show que abriu suas portas na capital francesa em 1951, “Paris Crazy Horse Cabaret Girls” está chegando em Londres. A apresentação que seduziu o público parisiense por mais de 60 anos preserva o património artístico do cabaré, adicionando “um toque de humor, modernidade e sofisticação”, com o espetáculo executado por dançarinas seminuas. A estreia está marcada para o dia 18 de setembro até 22 de dezembro, no Southbank em Londres.

Fotos: Reprodução
É disso que o povo gosta!

Camisola?

Nas temporadas passadas vimos uma onda de pijamas entrar em cena nas passarelas – e consequentemente em tapetes vermelhos de pré-estreias e premiações.
Mas e o que você acha de trazer à tona outra peça usada para dormir?
Pois foi o que fez Kate Moss ao escolher um vestido com jeitinho de camisola ou combinação para ir à semana de moda de Milão. Não que seja uma inovação, afinal já vimos até Susan Sarandon com um modelinho bem parecido com o de Kate Moss. Mas queremos saber: você usaria a peça acompanhada de um casaco pesado?

Fotos: Reprodução.
Da cama para a festa!



Enviado por: Tassia Bonillo 
“Retalhos”, uma das mais premiadas HQs do mercado de romances gráficos, é mais que uma simples história em quadrinhos. É uma autobiografia das boas, literatura de qualidade, capaz de fascinar até quem não é (ainda) fã do formato.
Craig Thompson, hoje renomado quadrinista, ilustra a história de alguns momentos marcantes de sua vida. A passagem da infância para a fase adulta, as descobertas amorosas, tudo isso influenciado por uma educação cristã de quem cresceu na zona rural, e o inverno congelante do Wisconsin.
Lançada no Brasil em 2009, pela Quadrinhos na Cia., “Retalhos” (592 páginas, R$ 54,) fala da herança que cada pessoa que passa por nossas vidas deixa, contribuindo com nosso caráter e mudando nossas expectativas e medos para o futuro. Impossível não se comover com as histórias entrelaçadas, e esperar por um final feliz. Além, é claro, de se encantar pela qualidade das ilustrações.
Fontehttp://juliapetit.com.br/home/

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Papiro do século 4 faz referência a 'esposa de Jesus'...

Pedaço de papiro do século 4, que seria fragmento de um evangelho apócrifo, traz, pela primeira vez, um trecho que faz referência direta a "esposa de Jesus". Segundo historiadora de Harvard, o texto, no entanto, não prova nada.

Por: Ricardo Carvalho e Guilherme Rosa

Papiro traz o seguinte trecho, em copta: "Jesus disse a eles: 'Minha mulher...'" ( Karen L. King)
          "Um pedaço de papiro de apenas quatro por oito centímetros pode reacender o debate — e as teorias da conspiração — sobre a vida de Jesus Cristo e, em especial, sobre a possibilidade de ele ter sido casado. Uma historiadora especializada nos primeiros anos do cristianismo recebeu um papiro, que seria fragmento de um evangelho apócrifo, com uma frase nunca antes vista em nenhuma documento antigo: "Jesus disse a eles, 'Minha esposa (...)'." Embora outros evangelhos apócrifos façam referência a um Jesus que teria se relacionado, em especial,  com Maria Madalena, nunca nenhum deles trouxe a palavra 'esposa'."

O Baile da Ilha Fiscal e o Fim do Império...



O Baile da Ilha Fiscal, realizado no dia 9 de novembro de 1889 pelo imperador Dom Pedro II, marcou a transição do Império para a República.

Convite do Baile



Justificativa secreta do Baile
 

O real objetivo do evento, que funcionou às avessas, era tentar revigorar a imagem do Império na opinião pública e sensibilizar a nobreza empobrecida pela abolição da escravatura para a preservação da Monarquia.


Vestimenta das Mulheres 
           As roupas das mulheres eram adquiridas nas lojas sofisticadas da Rua do Ouvidor, no centro do Rio. Os cabelos, penteados por cabeleireiros franceses da Casa A Dama Elegante, no mesmo endereço.
Já os homens abusavam das brilhantinas inglesas da Fritz Marck and Co. nos cabelos e nos bigodes.
Apenas os homens da Corte e os militares tinham acesso aos barbeiros especializados em cortar bigodes à titlé (garoto esperto), chicard (chique), grognards (soldados da Guarda Napoleônica) e rostillon (cocheiro de carruagens de gala).


Escândalo
A imprensa dividiu-se em seus relatos.
As peças íntimas que foram encontradas na ilha após a festa, foram motivo de escândalo quando noticiados pelos colunistas das revistas femininas do século XIX, entre essas revistas, a “Eu Sei Tudo” (Bem do tipo Revista Caras) revelava que:
"a Coroa não era tão casta como pressupunham os seus súditos".

O jornal Tribuna Liberal, na sua edição de 10 de novembro de 1889, falou do:
"brilho e o ruge-ruge das sedas, os colos salpicados de brilhantes, safiras, esmeraldas e os diademas rutilantes dos penteados".

O colunista Desmoulins, do Correio do Povo, por sua vez, citou o mau gosto a que se entregaram muitos dos convidados. Criticou ainda os homens que, no salão, mantinham seus chapéus ingleses do Wellicamp e do Palais Royal enfiados na cabeça.

O cronista social da Gazeta de Notícias descreveu com detalhes 74 trajes das damas presentes, numa edição que bateu recordes de espaço e de tiragem.

Cardápio do Jantar

Capa do Cardápio

O jornal publicou também uma descrição detalhada da ceia, anunciada em um menu de 12 páginas, guarnecido com as cores das bandeiras brasileira e do Chile:
"Nada menos que 11 pratos quentes, 15 pratos frios,12 tipos de sobremesas, 4 qualidades de champagne, 23 espécies de vinhos e 6 de licores, num total de 304 caixas destas bebidas e mais dez mil litros de cerveja. Os números da maior comilança de que o país tem notícia relacionam para o preparo de todas essas receitas, o consumo de nada menos que 18 pavões, 25 cabeças de porco, 64 faisões, 300 peças de presunto, 500 perus, 800 quilos de camarão, 800 latas de trufas, 1200 latas de aspargos, 1300 galinhas, além de 50 tipos de saladas com maionese, 2900 pratos de doces variados, 12 mil taças de sorvete, 18 mil frutas e 20 mil sanduíches".

E o cronista dedicou um espaço especial para as bebidas:
"Das 304 caixas de bebidas, 258 eram de vinhos e champagnes.
Ou seja: naquela noite, foram consumidas 3.096 garrafas desses maravilhosos fermentados, que compunham uma bateria de 39 rótulos diferentes, com destaque para Porto de 1834 - uma safra preciosíssima - Madeira, Tokay, Château D’Yquem, Château Lafite, Château Leoville, Château Beycheville, Château Pontet-Canet e Margaux.
A presença marcante do italiano Falerno, nas versões branco e tinto, era uma deferência à imperatriz.
Os champagnes não podiam ser melhores:
“Cristal de Louis Roederer, Veuve Cliquot Ponsardin e Heidsieck”.
Dentre os vinhos alemães, destacavam-se o “Liebfraumilch e o famoso Johannisberg do Reno".
Cardapio de Vinhos

A Critica dos Republicanos

                  O luxo e as extravagâncias que cercaram o desembarque do couraçado Almirante Cochrane, dando lugar a um período denominado "Festas Chilenas", incentivou a propagação dos ideais republicanos.

                     A proclamação da República, no entanto, não significou o fim das festividades em torno da tripulação do couraçado Almirante Cochrane.
                     Os republicanos aproveitaram para brindar com os chilenos o fim do Império, chegando até a afirmar que o fato de o Chile ser uma República foi um estímulo à sua proclamação."