"Nascido dentro de uma universidade, clube de comédia britânico faz sucesso levando ao palco cientistas de todas as áreas com apresentações bem-humoradas e didáticas sobre aceleradores de partículas, poesia viking e datação radiométrica, entre outros assuntos 'divertidos' (Marco Túlio Pires)"
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| "Além de dar boas risadas, a plateia sai com a sensação de que realmente aprendeu alguma coisa sobre diversos assuntos", diz o idealizador do Bright Club, Steve Cross (Junião) |
"Apesar de não ter sido criado com o propósito de fazer ciência, o Bright Club nasceu como a maioria dos projetos científicos — com um problema e várias perguntas. Em 2009, o geneticista inglês Steve Cross, da University College London (UCL), recebeu a missão de encontrar formas de aproximar a universidade de um público leigo.
"Nós já conseguíamos conversar muito bem com menores de 18 anos, que estão prestes a entrar para o mundo acadêmico, e com maiores de 40 anos, por meio de TV, rádio e internet", explica Cross, em entrevista ao site de VEJA. "A questão era: como nos aproximar das pessoas entre 20 e 40 anos?".

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